document.write(Agatha) .
-Acho que você já sabe quem eu sou – ri amarelo. Aceitei sua mão e me levantei – Bom, Nickolas, ou só Nick mesmo.
-Você ... – ela começou quando a mulher entrou tagarelando baixo com um tom de reclamação.
-Tia – ela começou em bom inglês – este é meu amigo Nick. Nick essa é minha tia paterna, Jennifer.
-Olá senhora, desculpe o mal jeito.
-Olá – ela respondeu desconfiada.
-Tia, eu vou levar o Nick até ali. Volto logo.
Gui simplesmente pegou um avental e uma touca de cozinheiro, jogou tudo em cima de mim e ficou me olhando.
-Se quer sair daqui pela porta da frente vai ter que usar isso! – ela disse cruzando os braços.
-Que tal as portas dos fundos? – sugeri sem graça.
-Tudo bem. – ela disse pegando o material de volta e me indicou a saída.
-Olha, nem sei o que te dizer. – comecei a falar coçando a nuca. – Você não tem ideia de como é ser cobrado e perseguido.
Ela simplesmente baixou a cabeça e ficou muito calada, quase amargurada eu diria.
-Não precisa se explicar, só siga seu caminho. E por falar em caminho, você deve descer a primeira transversal e depois a direita. Isso vai dá na principal.
-Mais uma vez, grato.
-Por nada. – a menina me respondeu.
Dei as costas e dois passos antes de me virar olhei pra ela.
-Vem cá, eu já não te vi antes?

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